Perder A Barriga E Definir Os Abdominais Rapidamente




A melhor forma para perder a barriga é ter um plano de dieta adequado para queimar a gordura abdominal e ganhar músculo.

No entanto, enquanto você estiver a trabalhar num plano de dieta, você tem de entender alguns factos sobre nutrição que o pode ajudar a perder a barriga e a definir os abdominais rapidamente.


Aqui estão 4 dicas para perder a barriga e acelerar o processo para uns abdominais definidos:


1. Evite estar muito tempo sem comer durante a dieta

Não passe fome como um esforço para perder a barriga. Reduzir drasticamente o consumo de calorias causará um abrandamento no seu metabolismo. Como consequência deste efeito, o seu corpo perderá massa muscular e água em vez de perder a gordura. Isto é a última coisa que deve fazer quando está a tentar perder a barriga.

A melhor forma para perder a barriga é fazer 5 ou 6 refeições por dia, ingerindo pequenas porções de cada vez. Ao alimentar o seu corpo frequentemente com proteína e refeições baixas em gordura ao longo do dia, você evitará estados de fome. Isto optimizará o desenvolvimento de massa magra e a perda de gordura.


2. Coma a combinação correcta de alimentos para queimar gordura

Sabia que as células do seu corpo passam por um ciclo de renovação a cada 28 dias? Por isso, num ano, todas as células da sua pele, músculos e órgãos são regenerados e você é tecnicamente uma pessoa “nova”.
No sentido de percorrer este ciclo de degeneração e regeneração, você necessita de um abastecimento constante de nutrientes no seu corpo. Para ter a certeza que o seu “novo” eu ganha músculo, você tem que fornecer-lhe alimentos de qualidade que queimam a gordura e alimentam os músculos como a proteína.
Portanto, é importante escolher a combinação correcta de alimentos para queimar gorduras e para fornecer ao seu corpo todos os nutrientes necessários para renovar o seu corpo.

Lembre-se de incluir na sua dieta fruta e vegetais. A fibra presente nos vegetais ajudam na digestão e controlam a absorção dos nutrientes pelo corpo. Beba também muita água ao longo do dia.





3. Planeie a sua dieta

Planeie sempre quando come. A maior parte das pessoas só come quando tem fome, ou pior, quando é conveniente. Esta forma de se alimentar provocará uma catrástofe no seu metabolismo. Se o seu objectivo é perder gordura e ganhar músculo, terá de planear as suas refeições.

Planear o que precisa de comer assegura-lhe que irá manter-se fiel ao seu plano de dieta para perder a barriga e minimizará a sua tentação aos snacks ou comida não saudável. É também bom manter registos do seu progresso, as pessoas que mantêm estes registos têm mais sucesso que aquelas que não o fazem.
Uma dieta adequada e equilibrada com um bom valor nutricional, ajudará-lhe a construir músculo e a perder a barriga.


4. Pratique exercício físico regularmente

Se conseguir uns abdominais definidos é a sua prioridade número um, então estes deveriam de ser treinados logo no início do treino, quando você está mais fresco.
Este simples ajuste na sequência do seu treino irá fazer uma enorme diferença nos seus resultados. Você terá um focus maior quando está a treinar os abdominais, e será capaz de se esforçar mais, uma vez que estará completamente fresco.

Se está habituado a exercitar um par de conjuntos abdominais no fim do seu treino, você irá literalmente dobrar a sua taxa de progresso no sentido de definir os abdominais.
Além dos benefícios mencionados em cima, a prioridade do treino abdominal irá também fornecer-lhe um excelente aquecimento para o resto do treino. A única excepção para esta regra é quando você treina com o peso máximo.

Experimente esta sequência de treino e perca a barriga mais rápido do que você achava possível.





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Respostas para uma alimentação saudável




Após ter decidido emagrecer uns quilinhos comecei a pesquisar na internet quais as melhores formas de emagrecimento e encontrei uma vasta matéria sobre o assunto. Duvidei muito do que está escrito na net e procurei aconselhamento médico tendo recolhido uma série de respostas para algumas das minhas perguntas. E é isso que pretendo transmitir-vos com este artigo onde poderá encontar as suas respostas, espero que lhe seja útil.


Água à refeição engorda?

Não e recomenda-se beber um litro e meio de água por dia, pelo menos. Além de não ter calorias, a água constitui 70% do nosso corpo e intervém, entre outras, na regulação térmica e na reparação de tecidos.


A manteiga é mais gorda do que a margarina?

As duas fornecem as mesmas calorias, pois são compostas por 80% de matéria gorda, no mínimo. Mas a margarina, sobretudo a de origem vegetal, é preferível, pois contém ácidos gordos insaturados. Se optar pelas margarinas ou manteigas magras ou light, estas contêm, no máximo, 41% de matéria gorda, mas não servem para uso culinário, devido ao seu teor em água.

Qual a melhor gordura para fritar?

Evite a margarina e a manteiga. Os óleos mais resistentes ao calor são os alimentares (de mistura), de amendoim, de girassol e o azeite. Frite os alimentos a 180ºC, pelo menos, excepto as batatas (basta a 175ºC). Mude o óleo a cada 12 utilizações, no máximo, ou depois de 3 meses, caso frite pouco. Antecipe a sua renovação se o óleo estiver degradado. O aquecimento repetido estraga um óleo. Frite todos os alimentos de seguida, já que os aumentos e as reduções de temperatura podem ser prejudiciais. As gorduras dos fritos de produtos com farinha, ovo ou pão ralado degradam-se mais facilmente. Não as aproveite. Para reduzir o óleo nos panados, doure bem os alimentos. A crosta impede a entrada de óleo.

As batatas cozidas têm menos calorias?

Sim. Se forem fritas, têm o triplo das calorias. Cozidas, são menos calóricas do que a massa e o arroz cozidos. É o modo de as preparar, e não as batatas em si, que as torna calóricas, sobretudo, quando se utiliza gordura. Prefira as batatas assadas, cozidas, em puré ou estufadas. Se fritar, corte-as grossas, para absorverem menos gordura e, antes de as colocar no óleo, seque-as bem. Caso utilize batatas congeladas, coloque poucas no cesto, para que não demorem a fritar e absorvam menos gordura.

Que alimentos não se deve misturar à refeição?

As chamadas dietas dissociadas, como a de Montignac, não permitem juntar gorduras e hidratos de carbono (torradas com manteiga e batatas fritas, por exemplo). Só são permitidos os pratos que juntem hidratos de carbono e proteínas ou gorduras e proteínas.

Não há base científica para uma suposta vantagem em separar as gorduras e os hidratos de carbono. Estas dietas podem ainda revelar-se pobres em hidratos de carbono, o que diminui as reservas de glicogénio. No limite, o corpo recorre às proteínas, com a consequente perda de massa muscular. Mas tendem a ser ricas em gordura, o que tem efeitos nocivos na saúde cardiovascular, por exemplo.

Os alimentos integrais são mais saudáveis?

Os produtos integrais contêm mais fibras. O pão integral, por exemplo, tem mais fibras, vitaminas e sais minerais do que o pão branco. As fibras ajudam a saciar e controlar o apetite e estimulam o trânsito intestinal. Estudos indicam que ajudam a prevenir o cancro do cólon, diabetes e doenças cardiovasculares. Por dia, recomenda-se 25 a 30 gramas de fibras, entre fruta, legumes e cereais integrais.

O que significa "light"?

Um produto só pode ser considerado light se apresentar uma redução de, pelo menos, 30% num nutriente como gordura ou açúcar, face ao alimento tradicional. O rótulo deve indicar as características que o tornam light: “menos 33% de gordura”, por exemplo. Mas não significa que o produto seja menos calórico: pode reduzir a gordura e compensar no açúcar, mantendo o valor energético.

O que significa "sem adição de açúcar"?

“Sem açúcares adicionados” significa que o produto não contém açúcar ou outro ingrediente com propriedades edulcorantes. Mas quando os açúcares estão naturalmente presentes, como no chocolate, que contém açúcar natural do leite e cacau, devem indicá-lo no rótulo.

Os edulcorantes têm risco?

Apesar de serem precisos mais estudos sobre a influência dos edulcorantes em doenças, sabe-se que alguns podem provocar alergias ou hipersensibilidade. É o caso do aspártame, utilizado para adoçar café ou iogurte. Este substituto do açúcar é uma opção para os diabéticos. Os edulcorantes artificiais são ainda usados nos alimentos e bebidas light: apresentam um valor calórico nulo ou quase nulo. Mas é preciso cuidado para não ultrapassar as doses diárias admissíveis. Sendo o limite calculado em função do peso, as crianças devem limitar o consumo de edulcorantes, pois atingem mais depressa a dose máxima. As grávidas devem, também, evitar o seu consumo. Quem sofre de fenilcetonúria, incapacidade de metabolizar a fenilalanina, não deve consumir produtos com aspártame, pois estes contêm fenilalanina.

Qual a melhor alimentação para problemas de colesterol?

Nestes casos, as gorduras saturadas são um alvo a abater. Carnes vermelhas, charcutaria e outros produtos gordos de origem animal devem ser banidos da dieta, bem como alimentos ricos em ácidos gordos. É o caso dos produtos de padaria, bolachas e óleos de fritura reutilizados, entre outros. Já as gorduras monoinsaturadas, como o azeite, ajudam a reduzir o mau colesterol. Nas gorduras polinsaturadas, os benefícios vêm, sobretudo, dos ácidos gordos ómega 3 e ómega 6. Peixes gordos, como salmão, atum, cavala e sardinha, os óleos vegetais de milho e girassol, e frutos oleaginosos, como nozes e amêndoas, são amigos do coração.

Qual o valor dos produtos anticolesterol?

Margarinas, leites e leites fermentados à venda contêm esteróis e estanóis vegetais, componentes naturais de plantas que actuam no intestino, limitando as hipóteses do mau colesterol entrar no sangue. Mas o seu consumo deve ser complementado com uma dieta equilibrada e variada, rica em fruta e vegetais, e exercício físico. “Reduz o colesterol” é uma das alegações de redução de risco de doença ou de saúde que só pode ser feita quando comprovada pela ciência.


No fim cheguei á conclusão que uma dieta mediterrânica, com azeite, vegetais e fruta ajuda a prevenir doenças cardiovasculares e alguns tipos de cancro e ainda perder uns quilos de uma forma saudável, prefira grelhados e cozidos e evite refeições pré-preparadas e molhos.
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Sushi - a alimentação saudável




O Sushi combina sabores de peixe cru, arroz, fruta e vegetais e requer alguma precaução na escolha dos ingredientes e higiene a manusear, e uma vez que é confeccionado com ingredientes saudáveis é um tipo de alimentação recomendável.

Cuidados redobrados a escolher o peixe

O peixe cru pode estar contaminado com bactérias, parasitas, vírus e toxinas e provocar uma toxinfecção alimentar. Por isso, é necessário ter cuidado na manipulação e confecção do sushi e do sashimi.

Avise o vendedor de que o peixe se destina a preparar sushi. Caso conheça o prato, é mais provável que lhe venda peixe fresco.

Recorrer a peixe congelado elimina a hipótese de parasitas. Para reduzir o crescimento bacteriano, o peixe deve ser descongelado no frigorífico e preparado logo antes do consumo.

Cuide ao máximo da higiene das suas mãos, superfícies e utensílios na cozinha.



Sabores com etiqueta

Algumas fatias de sashimi são uma boa entrada. Comece com peixe branco, como dourada, mais suave. Avance depois com peixes de carne vermelha (cavala, por exemplo), de sabor mais intenso. Pode terminar a refeição com sushi enrolado.

Se preferir, é aceitável usar os dedos. No início da refeição, é habitual receber uma toalha humedecida para limpar os dedos.

Não mergulhe a peça inteira no molho de soja: se o fizer, desfaz-se e absorve todo o molho e os delicados sabores do sushi perdem-se. Após mergulhar o pedaço de sushi moldado à mão no molho, tente comer a peça de uma só vez. É considerado grosseiro trincar metade.

O gengibre de conserva, em fatias muito finas, purifica o paladar. Coma um pequeno pedaço de cada vez. Muito picante, o wasabi intensifica o sabor. Dissolva-o no molho de soja e molhe ligeiramente as fatias de peixe.

Chá verde quente, sake, vinho de arroz e cerveja japonesa são as bebidas tradicionais. Mas vinho branco, verde ou espumante é uma boa opção.

Alternativa benéfica

O sushi contém gordura de boa qualidade, com elevados níveis de ómega 3. Peixes gordos, como o salmão, o atum, o arenque, a truta e a cavala, são os mais ricos nestes ácidos. Para complementar, noutras refeições, pode ingerir legumes, frutas e cereais.

O arroz japonês, um dos ingredientes principais, é uma boa fonte de hidratos de carbono e de proteína. Por não conter glúten, pode ser ingerido por celíacos. O gengibre, wasabi e vinagre contêm propriedades antibacterianas. O primeiro ajuda na digestão e o segundo é uma fonte de vitamina C. O molho de soja é rico em proteína, potássio, cálcio, magnésio e ferro. Atenção: o teor em sal poderá ser elevado.

A alga marinha nori contém proteínas, iodo, vitaminas A, B1, B6, C e ácido nicotínico. Já os vegetais e a fruta são uma fonte de vitaminas, minerais e fibra. Além de possuir proteína de elevada qualidade, o peixe contém vitaminas A e D, magnésio, potássio e fósforo.

Agora que já sabe um pouco de como Sushi é uma alimentação saudável, desafio-lhe a optar por decidir incluir o Sushi na sua ementa semanal ou porque não diária. Feito o desafio deixe aqui o seu comentário sobre o que pensa ou se acha o Sushi uma alimentação saborosa.

Até Já.
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Emagrecer de forma saudável




Não vá na cantiga das dietas muito restritivas ou inovadoras que prometem eliminar muitos quilos em poucas semanas.

Para emagrecer, os alimentos que ingere devem fornecer uma quantidade de energia inferior à que gasta. Mas nunca deve descer para níveis calóricos abaixo das 1200 quilocalorias por dia para as mulheres e as 1500 quilocalorias por dia para os homens, sob pena de levar a um emagrecimento demasiado rápido, com riscos para a saúde. Opte por uma alimentação variada e equilibrada, que inclua todos os alimentos, em pequenas quantidades, repartida por 5 ou 6 pequenas refeições ao longo do dia.

Não elimine o pão, o arroz, as massas e leguminosas. Cerca de metade da nossa energia deve ter origem nestas fontes de hidratos de carbono de absorção lenta, sob pena de o organismo recorrer às proteínas para gerar energia, o que cria substâncias tóxicas, como acetona. Prefira as versões integrais.

Reduza as gorduras saturadas, presentes sobretudo em alimentos de origem animal. Prefira as carnes magras (por exemplo, de aves), retirando-lhes as gorduras. Coma peixe 2 a 3 vezes por semana. Acompanhe as refeições com muitos vegetais e termine com uma peça de fruta.

Beba diariamente cerca de 1,5 a 2 litros de água. Evite ou exclua o açúcar, as guloseimas e as bebidas alcoólicas.



Emagrecer implica força de vontade e persistência. É preciso alterar comportamentos e manter o estilo de vida saudável ao longo de todo o ano e não só nos meses que antecedem o Verão. Procure fazer mais actividade física. Aumenta o consumo de massa gorda e permite compensar a perda de massa muscular proveniente de qualquer dieta. Ande mais a pé, em vez do elevador, use as escadas, faça caminhadas ou dê uma volta de bicicleta ao fim-de-semana.

Antes de iniciar qualquer dieta, o ideal é aconselhar-se com o seu médico. Se for necessário, este encaminha-o para um dietista ou nutricionista, evitando, assim, riscos desnecessários:

-perda de massa muscular

-doenças cardíacas, taquicardia, tensão baixa;

-dores musculares e cãibras;

-dores abdominais, obstipação, diarreia;

-anemia;

-queda ou enfraquecimento do cabelo e pele seca;

-alterações dos ciclos menstruais;

-oscilações de humor, perda de auto-estima e autoconfiança, estados de ansiedade e depressão;

-nos jovens muito preocupados com a imagem, pode desencadear bulimia ou anorexia nervosa.

Chás, infusões, comprimidos, ampolas, xaropes. Muitos produtos propostos para ajudar a emagrecer ostentam a ideia de que são à base de extractos de plantas, “naturais”. Mas “natural” não é sinónimo de “inócuo”. Os extractos de plantas são susceptíveis, por exemplo, a contaminações por microrganismos e toxinas, como as aflatoxinas, pesticidas e metais pesados. Alguns produtos contêm também substâncias laxantes e diuréticas. Perder peso pela eliminação de um maior volume de urina ou fezes não faz perder gordura e, como tal, não serve para emagrecer.

Além disso, a perda de água e minerais pode levar a desequilíbrios nutricionais com consequências graves (por exemplo, distúrbios do ritmo cardíaco). Alguns podem ser adjuvantes, mas apenas no âmbito de um programa de emagrecimento, sob vigilância de um especialista.
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Exercicio fisico para o dia-a-dia




Para ser activo não precisa inscrever-se num ginásio ou praticar um desporto, se tiver tempo para isso óptimo, mas bastam 30 minutos de actividade física moderada, como ir ás compras, dançar ou dar um passeio de bicicleta, 5 dias por semana. Este período não precisa de ser seguido: 3 períodos de 10 minutos servem o mesmo propósito. Se o exercício for mais demorado ou mais intenso, as vantagens aumentam.


Sugestões para o dia-a-dia

-Esqueça o elevador, use mais as escadas

-Aspirar, limpar o pó e estender a roupa ajudam a preencher a dose diária de actividade

-Ponha o seu disco favorito e dance durante 10 minutos

-Se possível, vá de bicicleta ou a pé para o trabalho. Se for de carro, deixe-o a uma distância razoável e caminhe durante 10 minutos

-Quando precisar de falar com um colega ou amigo, desloque-se, não telefone

-Aproveite a hora de almoço ou outro intervalo no trabalho para um passeio a pé

-Participe nas brincadeiras movimentadas dos seus filhos, como jogar á apanhada ou á bola



Benefícios para a saúde

-Contribui para o bem-estar físico e emocional

-Permite controlar o peso, o stress e a ansiedade

-Diminui o risco de algumas doenças, como obesidade, problemas cardiovasculares, osteoporose, diabetes, cancro do cólon e depressão

-Aumenta a produtividade escolar e no trabalho

-Ajuda a prevenir comportamentos de risco, como fumar, usar drogas e beber álcool, sobretudo, em jovens e adolescentes

-Reduz o risco de fracturas nos idosos



Deixe nos comentários de como é o seu dia-a-dia ou se pretende seguir estes exemplos.

Até Já.
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Sopa Rica




Ingredientes:

-Feijão
-cebola
-abobora
-courgette
-couve
-nabo
-cenoura
-azeite
-sal



Na água onde se cozeu 120 g de feijão, cozinha-se 1 cebola grande, 200 gramas de abóbora e 1 courgette pequena. Adiciona-se o feijão quando estes ingredientes estiverem quase cozidos. Reduz-se a puré todos os legumes e o feijão, após cozinhados, levando-se de novo ao lume. Finamente cortados, junta-se 250 g de couve, 1 nabo e 1 cenoura. Após alguns minutos a cozer, adiciona-se 1 colher de sopa de azeite e pouco sal.
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A sopa e a dieta




A sopa tem características que a tornam um prato nutritivo e saudável. Além de barata e fácil de preparar, é uma boa opção para as suas refeições.

Ainda que, nas últimas décadas, a sopa tenha perdido alguma da sua importância nas dietas ocidentais, estudos nutricionais comprovam aquilo que os antepassados intuíam: a sopa é mesmo um alimento completo. O aparecimento dos estabelecimentos de fast food e ideias erradas sobre o tempo e dificuldade de preparação relegaram-na para prato opcional.

No entanto, assiste-se hoje a um certo renascimento de práticas gastronómicas tradicionais, como provam vários festivais de gastronomia por todo o país (alguns dedicados exclusivamente à sopa). É um elemento importante das dietas mediterrânicas e as suas vantagens são múltiplas, quer se trate de caldos, cremes ou purés, preparados em casa ou produzidos pela indústria alimentar. Mas os seus benefícios também dependem dos ingredientes, confecção e conservação.



Combinação perfeita

Produtos hortícolas, arroz, massa, azeite e, no caso das chamadas “sopas ricas”, carne ou peixe formam um conjunto ideal sob vários aspectos. Este é muitas vezes enriquecido com ingredientes próprios de cada local, como comprovam as gastronomias regionais, e que podem ainda variar com a época do ano. Após a cozedura, a digestão dos ingredientes torna-se mais fácil, embora a temperatura elimine algumas vitaminas mais sensíveis ao calor. Os sais minerais dissolvem-se no caldo e não se perdem, como acontece quando a água da cozedura não é aproveitada.

Ferver a água por mais de 10 minutos garante que eventuais microrganismos presentes sejam destruídos. De baixo teor calórico, a sopa tem, ao mesmo tempo, uma grande quantidade de fibras que, devido também à temperatura a que é consumida, dão uma rápida sensação de satisfação.

Preparação e conservação

A escolha dos ingredientes determina, em grande parte, a qualidade da sopa que se pretende fazer. É importante verificar a qualidade dos legumes, nomeadamente a sua cor, cheiro e aspecto. Uma vez que os legumes começam a perder vitaminas assim que são colhidos, é importante que os utilize o mais cedo possível após os comprar. Lave-os bem em água corrente, antes de os descascar, por causa da sujidade e outros contaminantes. Os legumes congelados podem também ser uma boa opção.

A higiene pessoal e da cozinha são importantes. Lave sempre as mãos quando manipular alimentos e depois de ir à casa de banho. Mantenha a cozinha sempre limpa e desinfectada e não use utensílios sem os lavar cuidadosamente. Assim, é possível evitar a transferência de substâncias ou microrganismos de alimentos eventualmente contaminados, como os legumes cortados, para outros alimentos.

Os caldos industriais, muitas vezes usados nas nossas casas, têm a desvantagem de conter aditivos, como os glutamatos, intensificadores de sabor que podem provocar o chamado “síndrome do restaurante chinês” (cujos sintomas são insensibilidade na nuca, braços e costas, mal-estar, palpitações, dores de cabeça, rubor na cara, etc.). A sua utilização para a confecção de sopas em casa deve ser evitada.

A sopa pode ser conservada no frigorífico, num recipiente fechado, durante dois ou três dias. Se desejar congelá-la, faça-o o mais rapidamente possível, usando um recipiente apropriado. A descongelação deve ser feita em lume brando, banho-maria, no microondas ou no frigorífico, mas nunca à temperatura ambiente. Sempre que possível, é boa ideia congelar a sopa já repartida em doses individuais, para não descongelar mais do que irá consumir.

Uma sopa rica

A sopa ocupa um lugar crucial numa refeição. A receita para quatro pessoas que proponho é bastante equilibrada, saciante e faz prescindir de um segundo prato substancial. Cada dose fornece entre 120 e 150 kcal. Esta sopa deverá ser, de preferência, acompanhada de um prato de carne ou de peixe, com batata ou arroz e salada.
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